Fields and scattered buildings on the crater floor under a deep blue sky

O dia

Excursão de um Dia a Maragua Crater: As Suas Dez Horas Desde Sucre

Principais conclusões

  • Do seu hotel em Sucre, num veículo privado em vez de um autocarro.
  • Até à capela de Chataquila, na crista, onde começa a caminhada.
  • O veículo encontra-o após a caminhada em Chaunaca e leva-o até à cratera.
  • Um almoço vegetariano no fundo da cratera, a Garganta del Diablo e, depois, a tarde junto das pegadas.

A manhã

O dia começa com a recolha no hotel às oito e meia, suficientemente tarde para tomar o pequeno-almoço e suficientemente cedo para aproveitar o dia inteiro. O transporte é privado, e não num autocarro partilhado, pelo que o grupo é pequeno e o horário não fica condicionado por um autocarro cheio.

Desde Sucre, a viagem de carro até Chataquila demora cerca de uma hora. Trata-se de uma capela situada na crista acima da cidade. O percurso sobe, algo que convém saber: o início do trilho fica a maior altitude do que a cidade de onde partiu.

É junto à capela que começa a caminhada e é aí que o dia muda completamente de carácter.

Nesta rota, o veículo privado vale mais do que parece. O acesso depois de Chaunaca não é pavimentado e o dia inclui várias paragens distintas, em vez de um único destino, pelo que um grupo pequeno num veículo de tração às quatro rodas pode ajustar os horários à luz, ao tempo e ao grupo de uma forma que um itinerário fixo de autocarro simplesmente não permite.

A descida

Duas horas a descer o Camino del Inca até Chaunaca. O percurso é um troço preservado de uma estrada pré-colombiana, pavimentada com pedra em grande parte da sua extensão, que desce de forma contínua através de terrenos abertos de planalto.

Não é tecnicamente exigente, mas também não é plano. O pavimento é irregular, o declive é constante e duas horas a descer sobre pedra exigem mais dos joelhos do que dos pulmões. Os guias definem um ritmo que tem em conta tanto a altitude como o grupo.

O veículo espera no fundo. É este pormenor que torna a caminhada numa manhã confortável, e não num grande compromisso: desce-se e não é preciso voltar a subir.

Para dentro da cratera

A partir de Chaunaca, a estrada segue até à formação de Maragua. É na aproximação que a estrutura se torna visível como uma estrutura, e não apenas como um conjunto de colinas, pelo que vale a pena ter a máquina fotográfica à mão.

O almoço é servido no fundo da cratera, é vegetariano e está incluído. É tomado com vista para a orla, algo que poucos almoços podem oferecer.

Segue-se La Garganta del Diablo, o desfiladeiro escavado na rocha inclinada, cuja visita demora cerca de meia hora e que constitui a demonstração breve mais clara do que a geologia fez aqui.

É também o momento em que a página sobre geologia deixa de ser teoria. Da estrada, à chegada, podem ver-se os anéis de rocha inclinada a curvarem-se para ambos os lados, e a descrição abstrata de um domo erodido transforma-se num elemento para o qual se está a entrar de carro. Em qualquer dia, várias pessoas tiram aqui a melhor fotografia da viagem, a partir de um carro em andamento.

Tilted rock beds running across a wide valley floor under a clear sky

O veículo na estrada de terra que entra na cratera

A tarde

Cerca de duas horas junto das pegadas de dinossauros. Esta é a paragem mais longa do dia, e é-o deliberadamente: um conjunto de pegadas merece ser observado, e não apenas visto de relance, e uns apressados vinte minutos desperdiçariam a viagem.

Se houver uma tecedeira disponível, há tempo para estar com ela e para uma explicação sobre os têxteis Jalqa. Depende do dia e da pessoa, e o organizador apresenta-o como uma possibilidade, e não como uma promessa, que é a forma honesta de descrever um encontro com alguém que vive ali.

Segue-se a viagem de regresso a Sucre, chegando cerca de dez horas após a recolha.

O que está incluído e o que não está

Incluído: recolha e regresso ao hotel, transporte privado, bilhetes de entrada para o trilho inca, Maragua e as pegadas, guia em inglês ou espanhol, kit de primeiros socorros e almoço vegetariano.

Não incluído: a sua própria água, proteção solar e tudo o que quiser comprar. Leve mais água do que pensa beber, pois a altitude e o ar seco fazem com que a perca mais depressa do que a sede indica.

Vale a pena confirmar o idioma do guia no momento da reserva, caso o inglês seja importante para si, uma vez que ambos estão disponíveis.

Mais uma nota sobre os bilhetes de entrada. Incluem o trilho Inca, a zona de Maragua e as pegadas, e deixar a sua gestão a cargo do operador evita três pequenas transações separadas num dia que já é longo. É uma conveniência menor, do tipo que só se nota quando falta.

Como incluí-lo numa visita a Sucre

Não no primeiro dia. Passe primeiro duas noites na cidade, para que a altitude fique para trás e não pela frente, e reserve esta atividade para o terceiro dia.

Preenche o dia por completo. Dez horas, com saída cedo, não deixam tempo à noite para muito mais do que jantar e, após duas horas a caminhar em altitude, a maioria das pessoas não procura fazer mais nada.

Se também quiser visitar Cal Orcko, a parede de dinossauros nos arredores da cidade, trata-se de uma deslocação curta à parte e para outro dia.

O que levar

Calçado com que consiga descer durante duas horas, o que para a maioria das pessoas significa sapatos de caminhada ou botas, em vez de sapatilhas, sobre pedra irregular.

Um chapéu de aba, óculos de sol e protetor solar. Água, e depois mais água. Uma camada extra para a manhã, que a essa altitude começa fria e não se mantém assim.

E algo para levar tudo isto, que lhe deixe as mãos livres na descida.

Por fim, leve uma mala pequena em vez de uma mochila de dia, se puder. A parte a pé é a única do dia em que precisa de transportar alguma coisa, o veículo acompanha-o no resto do tempo, e duas horas de descida são muito mais agradáveis sem peso nos ombros.

Dez horas, recolha às 08:30 e duas delas numa estrada antiga

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Antes de reservar

A que horas começa a visita?
Recolha no hotel às oito e meia, em Sucre, num veículo privado.
Quanto tempo demora a viagem até ao início do trilho?
Cerca de uma hora, até à capela de Chataquila, na crista acima da cidade.
Quanto tempo demora a caminhada?
Cerca de duas horas, a descer, no Camino del Inca empedrado de Chataquila até Chaunaca.
É preciso subir a pé no regresso?
Não. O veículo encontra-o em Chaunaca, no fim da caminhada, e leva-o até à cratera.
O almoço está incluído?
Sim, um almoço vegetariano servido no fundo da cratera.
O que acontece durante a tarde?
O desfiladeiro Garganta del Diablo, depois cerca de duas horas nas pegadas de dinossauros e um tecelão, se houver algum disponível.
O transporte é privado?
Sim, transporte privado em vez de um autocarro partilhado, o que mantém o grupo pequeno.
Quando devo reservá-la durante a minha estadia?
Não no primeiro dia. Primeiro duas noites em Sucre, para que a altitude fique para trás, e esta atividade no terceiro dia.

As dez horas, por ordem

  1. Recolha no hotel às 08:30

    Do seu hotel em Sucre, num veículo privado em vez de um autocarro partilhado.

  2. Uma hora até Chataquila

    Até à capela na crista, mais alta do que a cidade onde começou.

  3. Duas horas a descer pela estrada Inca

    Pavimento de pedra, declive constante e paisagem aberta de terras altas, até Chaunaca.

  4. Almoço na cratera

    Vegetariano e incluído, servido no chão da formação, com a borda acima de si.

  5. La Garganta del Diablo

    Cerca de meia hora no desfiladeiro aberto na rocha revirada.

  6. Duas horas nas pegadas

    A paragem mais longa do dia, e um tecelão, se houver algum disponível. Depois, regresso a Sucre.

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